quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Sarney Filho destaca participação do Governo do Maranhão na reunião que discuti investimentos em energia eólica no Nordeste

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O deputado Sarney Filho, do PV Maranhense, elogiou a iniciativa do secretário de Minas e Energia, Ricardo Guterres ao participar  da elaboração de um conjunto de reivindicações da Região Nordeste em defesa da energia eólica.

As primeiras articulações foram realizadas,  durante encontro em Natal, entre secretários de energia de estados do Nordeste e empresários do setor eólico.
Ricardo Guterres informou que a principal reivindicação dos estados do Nordeste para a presidente Dilma é que o Governo Federal instale linhas de transmissão estruturantes para assegurar o escoamento das áreas produtoras de energia eólica.

O deputado Sarney Filho lembrou a importância da energia eólica e solar, energias limpas, para a geração de emprego e renda.

“Ricardo Guterres com apoio da governadora Roseana, participou de várias reuniões no Nordeste brasileiro cujo o resultado foi um documento pedindo uma visão mais estratégica no diz respeito a geração de energia eólica. Nós estamos com uma capacidade potencial muito grande e precisamos aproveitar e a energia eólica é uma energia limpa. Então, o Maranhão também será beneficiário  disso. O Maranhão tem áreas importantes no nosso litoral que já estão sendo estudadas Tutoia, Barrerinhas, outros municípios ali daquela região. Então, nós temos absoluta certeza que essa iniciativa ela será altamente benéfica tanto para o estado que vai gerar renda, vai gerar trabalho, vai gerar recursos, vai gerar empregos, mas também para o meio ambiente porque energia eólica é uma energia limpa.

O secretário Ricardo Guterres disse que o Maranhão está recebendo um dos maiores investimentos em energia eólica do Brasil com a instalação, pela empresa Bioenergy, nos municípios de Paulino Neves e Tutoia, de 50 parques eólicos, cada um com 10 aerogeradores, com capacidade total para produzir 1.500 MW de potência e investimentos que totalizam R$ 6 bilhões, até 2016.

Fonte: Teresa Cristina Soares

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